Quando um novo empreendimento parceiro entrava no processo da Housi, começava uma operação compartilhada. As equipes da Housi coordenavam etapas, solicitavam informações e acompanhavam entregas. Do outro lado, as pessoas responsáveis na incorporadora enviavam documentos, respondiam pendências e participavam das validações necessárias para o projeto avançar.
Não era uma troca isolada de arquivos. Cada empreendimento percorria uma sequência de atividades, responsáveis e aprovações. Uma planta, um memorial ou uma planilha só fazia sentido quando estava ligado à etapa correta, à versão vigente e à decisão que precisava ser tomada.
Equipe Housi
Criava o projeto, organizava etapas, solicitava entregas, revisava materiais e acompanhava pendências. Precisava enxergar a carteira de projetos, o andamento, os responsáveis, os prazos e os documentos recebidos.
Incorporadora parceira
Enviava informações e arquivos, respondia solicitações e acompanhava validações. Precisava enxergar o próprio empreendimento, o que estava pendente, o que já havia sido enviado e qual era o próximo passo.
As conversas e os arquivos circulavam entre WhatsApp, e-mail e planilhas. Quando o contexto se separava do documento, perguntas simples ficavam difíceis de responder:
– Esta é a versão mais recente?
– A qual etapa este arquivo pertence?
– Quem precisa agir agora?
– O que já foi aprovado?
– Qual pendência impede o próximo passo?
O problema central não era usar WhatsApp. Era tentar coordenar um processo longo e compartilhado em canais que não preservavam, juntos, arquivo, etapa, responsável e status.