Sobre

Aqui é onde minha mente e o design se encontram.

Olá, pessoa! Antes de falar de trabalho, quero que você me conheça de verdade. Sou o Rodrigo Brandão, um homem neurodivergente (que é meu superpoder e também minha criptonita), tenho duas cachorrinhas, a Nami e a Paleta, e sou casado com Sara Basan. Sou apaixonado por fotografia, animes, leitura (confesso que compro mais livros do que consigo ler), amo ajudar pessoas, fazer novas amizades e mergulhar em assuntos que quase ninguém dá bola, mas que adoro destrinchar. Moro em Maceió, Alagoas, na cidade mais bonita do Brasil. Gosto de ficar em casa, mas mantenho uma rotina diária de exercícios.

Como Product Designer, minha cabeça funciona buscando conexões o tempo todo. Essa neurodivergência faz meu cérebro operar em alta voltagem na identificação de padrões, no hiperfoco em detalhes que passam batido e na habilidade de cruzar referências aparentemente desconexas para resolver um gargalo real. O que para muitos parece ruído ou excesso de informação, para mim é matéria-prima para encontrar lógica e construir ordem. Minha preocupação final é sempre a mesma: garantir que uma interface seja simples para quem navega, viável para quem opera nos bastidores e coerente com os objetivos da empresa.

Essa forma de pensar explica por que minha trajetória não seguiu uma linha reta. Comecei na base técnica da comunicação visual, passei anos estudando Arquitetura, me formei em Publicidade, trabalhei como fotógrafo e liderei minha própria agência durante uma década. Hoje levo todo esse repertório para o ecossistema de produtos digitais, projetando para plataformas com múltiplos perfis de usuário, jornadas complexas de serviços e sistemas de design que precisam continuar de pé muito tempo depois do lançamento.

Não vejo nada disso como capítulos isolados. A publicidade apurou minha capacidade de síntese e posicionamento. A arquitetura me deu a disciplina para pensar em fluxos, estrutura e proporção. A fotografia me ensinou a observar o ambiente, a luz e o contexto antes de tomar qualquer decisão. E o tempo à frente de um negócio me colocou cara a cara com prazos, custos, limitações técnicas e pessoas. No fim do dia, uma ideia só tem valor se funcionar dentro das restrições reais da vida cotidiana.

É exatamente por isso que meu trabalho nunca começa abrindo um arquivo de telas. Começa ouvindo quem sente o problema, mapeando onde a experiência falha e entendendo como uma decisão de design repercute no time de tecnologia ou no suporte. Só depois transformo esse diagnóstico em arquitetura de informação, interfaces funcionais, padrões componentizados e protótipos que ajudam todo o time a tomar decisões seguras, sem desperdício de energia.

Gosto de desafios em que o design é a fundação, e não um verniz estético. Organizar plataformas que cresceram sem governança, trazer coerência para sistemas fragmentados, simplificar serviços densos e desenhar acessibilidade desde o primeiro rascunho são os problemas que realmente me movem.

Fora das entregas de produto, continuo exercitando o olhar com a fotografia de retrato, estudos de marca, escrita e documentação. Manter essas frentes vivas me lembra diariamente de que projetar não é empilhar telas bonitas, mas sim entender o comportamento humano, decifrar contextos e criar sentido.

Se você precisa de alguém para clarear um produto confuso, dar consistência a uma operação ou estruturar um sistema sustentável do zero, vamos conversar.